segunda-feira, 28 de maio de 2012

Prenúncio do triunfo de Fátima quase cinco séculos antes das aparições – 2

Prenúncio do triunfo de Fátima quase cinco séculos antes das aparições
Prenúncio do triunfo de Fátima quase cinco séculos antes das aparições


A História pode ser comparada a uma imensa encenação, difícil de excogitar. O cenário é a própria Criação.

No centro do cenário, os homens se movem, falam, fazem e desfazem, enquanto Deus, na sua infinita sabedoria, atua nos bastidores, no Céu, oculto aos olhos dos homens de pouca fé.

Ele vai modelando, como um diretor soberano, o desenrolar dessa peça suprema, através das causas segundas – como é o caso dos espíritos angélicos, dos homens e da natureza – e, em certas circunstâncias peculiares, mediante sua intervenção direta.

No fim da História, verificar-se-á que o longo enredo de séculos de lutas, vitórias e tragédias da humanidade não foi uma sucessão confusa de fatos, mas a realização de um superior plano divino.

No Juízo Final a História aparecer-nos-á, não como um amontoado de acontecimentos, segundo a visão de certos manuais escolares.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Prenúncio do triunfo de Fátima quase cinco séculos antes das aparições – 1

Prenúncio do triunfo de Fátima cinco séculos antes das aparições
Prenúncio do triunfo de Fátima cinco séculos antes das aparições
No século XV,
o Céu revelou a esplêndida vitória de Nossa Senhora de Fátima.
Assim como a investida do Islã foi esmagada
em terras lusas na época da fundação de Fátima,
os “erros da Rússia” serão vencidos em nossa época.

No remoto dia 16 de outubro de 1454, no Mosteiro de Santa Maria Madalena das religiosas dominicanas de Alba, no sul de Turim, Itália, Soror Filipina agonizava.

Em torno do leito dessa dominicana de santa vida, tinha-se reunido toda a comunidade religiosa, acompanhando-a com as orações pelos moribundos.

Estavam presentes a abadessa e fundadora do mosteiro, Bem-aventurada Margarida de Saboia, e o confessor das religiosas, Pe. Bellini.

A Beata Margarida de Saboia, abadessa, foi testemunha
A Beata Margarida de Saboia, abadessa, foi testemunha
Todos eles foram testemunhas do fato extraordinário que então se passou.

Os presentes lavraram um documento que, através de diversas vicissitudes históricas, chegou até nossos dias, endereçado “àquelas pessoas que nos anos futuros lerão estas folhas”. (Il Cervo della Beata Margherita di Savoia, nº 2, 2000, Ano XLVIII, Alba)

No ano 2000, as próprias dominicanas de Alba publicaram os documentos relativos ao caso.
Os documentos históricos do Convento de Alba são três. Eles fornecem o fundamento deste artigo.
O documento 1 é uma nota manuscrita, acrescentada a um livro de autoria do Pe. Jacinto Baresio, de 1640. Ocupa quatro páginas não numeradas. É datada de 7 de outubro de 1640. Nela se encontra o essencial da revelação.
Sor Filipina Storgi Primeira e última página do segundo documento
Primeira e última página do segundo documento
O documento 2 consiste num acréscimo ao caderno, que leva a inscrição: 1624 – Livro no qual se anotam as Missas, Milagres, ex-votos que acontecem diariamente à Beata Margarita de Sabóia em Alba. É datado de 1655. Começa a partir da página 52, e é escrito com “uma caligrafia alta e clara” por uma religiosa que assina Soror C.R.M. Descreve a mesma revelação.
O documento 3 consiste em apontamentos da Irmã Lúcia Mantello em 1855. Esta passou brevemente pelo convento e depois tornou-se religiosa salesiana. Ela não conheceu os dois documentos anteriores. Todos os três foram “reencontrados casualmente em 19 de agosto do ano passado [1999]” e publicados em 2000. Cfr. “Il Cervo della Beata Margherita di Savoia”, nº 2, 2000, Ano XLVIII, Alba, Itália.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Lutero no Inferno: a visão da Beata Serafina Micheli

Beata Maria Serafina Micheli viu Lutero no inferno
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Em 1883 a Bem-aventurada Sóror Maria Serafina Micheli (1849-1911), fundadora do Instituto das Irmãs dos Anjos, passava pela cidade de Eisleben, na Saxônia, Alemanha.

Eisleben é a cidade natal de Lutero. E, naquele dia comemorava-se o quarto centenário do nascimento daquele grande heresiarca (10 de novembro de 1483).

Lutero dividiu a Igreja e a Europa. Dessa divisão adviram  crudelíssimas guerras de religião que duraram décadas a fio.

A população aguardava o imperador alemão Guilherme I que devia presidir as solenidades.

A futura beata não se interessou pela agitação e seu único desejo era encontrar uma igreja onde pudesse rezar e visitar a Jesus Sacramentado.

As igrejas estavam fechadas e já era noite.

Na escuridão localizou uma com as portas trancadas, mas se ajoelhou nos degraus de acesso.

sábado, 12 de maio de 2012

Mãe: amor, afeto, bondade e misericórdia

A palavra família indica uma pluralidade de pessoas.

Mas há outra palavra, de especial significado, que indica uma só pessoa: mãe.

Mãe é a quintessência da família, porque é a quintessência do amor, a quintessência do afeto; e, nessas condições, a quintessência da bondade e da misericórdia.

Assim, a alma da criança em contato com a mãe começa a compreender o que é a bondade que não se cansa, o que é a graça, o favor, o amor que não se exaure.

E também aquela forma de afeto que inclina a mãe a jamais achar tedioso estar com o filho.

Carregar seu filho nos braços, brincar com ele, soltá-lo no chão, vê-lo correr de um lado para outro, ser importunada por ele incontáveis vezes durante o dia com perguntinhas, com brinquedinhos.

Para a boa mãe, nisto consiste a alegria da vida.