segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Resistência invicta

Mons Dupanloup tentou subornar a Maximin

Não faltaram incrédulos ou mal intencionados que tentaram pegar os jovens videntes em contradição, ou fazê-los violar dolosamente o dever de guardar o segredo.

Nas respostas das crianças transparecia de tal maneira o sobrenatural, que até os adversários ficavam dominados por um misto de desconcerto e admiração.

Um caso arquetípico deu-se com o Pe. Dupanloup, líder liberal francês.

O eclesiástico posteriormente, como bispo de Orleans, foi um dos chefes da oposição à proclamação do dogma da infalibilidade papal, durante o Concílio Vaticano I.

O Pe. Dupanloup passou alguns dias com Maximin, tentando que o menino lhe confidenciasse o segredo.

Até colocou sobre a mesa uma pilha de moedas de ouro – coisa que deslumbrou a Maximin, pois sendo de família miserável, jamais vira algo assim – e lhas ofereceu em troca da violação do compromisso com Nossa Senhora.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Melania e Maximino: fiéis narradores da visão de La Salette

Melania e Maximino fiéis transmissores da mensagem
Nos anos subsequentes à aparição as duas crianças repetiram infatigavelmente a mensagem pública de Nossa Senhora aos peregrinos que iam a La Salette.

Aqueles que os conheceram contaram que eles tinham as reações típicas da idade, mas se transformavam na hora de falar da aparição.

Dois meses depois da aparição, já somavam mais de duzentos os eclesiásticos que tinham interrogado os videntes no próprio local do celeste acontecimento.

A naturalidade e a humildade dos videntes deixou muito bem impressionados os observadores prudentes.

O cônego Rousselot, vigário geral honorário da diocese de Grenoble, foi encarregado pelo bispo de presidir as investigações oficiais. Ele analisou longamente a figura e o caráter de Maximin e destacou sua despretensão:

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Após a aparição começa o calvário dos videntes

A aparição segundo uma gravura da época
Por vezes pode-se julgar que a vida de quem viu Nossa Senhora seja um Céu na Terra, despojada de lutas e provações.

No caso de Mélanie e Maximin, suas vidas foram cheias de manifestações de predileção divina, sem dúvida.

Mas também padeceram muito, perseguidos pelo ódio diabólico e pela atuação de associações anticatólicas revolucionárias.

É doloroso constatá-lo, igualmente por sacerdotes, bispos e até cardeais adeptos das ideias que confluiriam para o perturbador progressismo hodierno, as quais a Santíssima Virgem apontou como uma das causas da cólera de Deus.

Eis alguns exemplos. Em 1853 o Pe. C. J. Déléon, sacerdote em interdito, publicou sem autorização eclesiástica dois volumes atribuindo a aparição a uma montagem de uma piedosa senhorita, Constance Saint-Ferréol de Lamerlière, que teria ludibriado as crianças.

O mirabolante livro foi condenado pela Igreja, e Constance pediu à Justiça que seu nome fosse tirado do escrito. O pedido foi recusado sem explicações em todas as instâncias judiciárias. Por isso, para o Judiciário francês, La Salette foi uma fraude religiosa.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

S.S. Pio XII viu o “milagre do sol” quatro vezes no Vaticano


O “milagre do sol” tal como aconteceu em Fátima diante de 40.000 pessoas repetiu-se quatro vezes diante do olhar de S.S. Pio XII no Vaticano.

Segundo informou o vaticanista Andrea Tornielli, citado pela agência Zenit, o fato ficou consignado num bilhete manuscrito do próprio Papa que foi exposto na amostra “Pio XII: o homem e o Pontificado”, na Santa Sé.

O bilhete foi achado nos arquivos da família do Pontífice.

“Eu vi o ‘milagre do sol’, esta é a pura verdade”, escreveu ele.